sexta-feira, 5 de junho de 2009

Questões de CPG

1) Comente a invenção feita por Guttemberg e o que isso ocasionou?
Com a invenção dele, nós adquirimos uma multiplicação do conhecimento e da informação. Com a maquina inventada por ele, foi questão de tempo pára a evolução da comunicação.

2) Desenhe um tipo móvel e indique toda a estrutura dos caracteres?


3) Quais são as semelhanças entre tipologia e tipografia?
Sendo a tipografia, o processo de criação dos caracteres, “tipos”, e tipologia o estudo cãs características desses tipos, a ligação é óbvia. Tanto porque a cada invenção, deve haver um estudo, antes de depois.

4) Defina fonte?
Conjunto ou coleção de tipos cujo traçado, em qualquer corpo (tamanho) ou variante (normal, negrito, itálico), apresenta as mesmas características estruturais e cujo desenho básico é conhecido por um nome.
Ex. Arial, Times New Roman, Verdana, Bodoni MT

5) Fale sobre as famílias tipográficas: escolha um exemplo e indique uma família que se adapte a ele?
Romana antiga
Criada pelos franceses, é inspirada na escrita monumental romana. Suas serifas facilitam a leitura, pois fazem o texto parecer contínuo aos olhos. Proporciona ao leitor um inconsciente descanso visual.
Idéias para longos textos impressos: TIMES NEW ROMAN.

Romana moderna
Criada pelos italianos, apresenta uma evolução dos romanos clássicos, Esteticamente agradáveis, trouxeram sensível melhora na legibilidade das letras. BODONI

Egípcia (Serifa Grossa)
Criada com o advento da revolução industrial, tem como característica estrutural uma certa uniformidade nas hastes e serifas retangulares. SERIFA BT

Lapidária (sem serifa)
Criada na Alemanha, possui caracteres com poucas variações em suas hastes, cujos arremates não possuem serifas. Ideal para títulos e embalagens. IMPACT

Cursiva
São as letras que não se encaixam em nenhuma das famílias já vistas. São mais ilegíveis, limitando seu uso a destaques, com número limitado de toques. BLACKADDER ITC

6) Fale sobre a família lapidaria (sem serifa)?
Lapidária
Foi criada na Alemanha, possui caracteres com poucas variações em suas hastes, cujos arremates não possuem serifas. Ideal para títulos e embalagens.

7) Comente as maneiras para se dar destaque a uma informação?
Usar inclinação, também saber utilizar tonalidades, utilizar fonte expandida e kerning: ajustar o espaço entre as letras, para criar uma textura visual.

8) Pensando em textos, defina os principais itens de legibilidade e sensibilidade.
A eficiente leitura de uma página impressa requer que o leitor converta, o mais rápido possível, símbolos tipográficos — caracteres — em conceitos. A legibilidade é a facilidade em desempenhar esta descodificação.
No uso da tipografia o interesse visual é realizado através da escolha adequada de fontes tipográficas, composição (ou layout) de texto, a sensibilidade para o tom do texto e a relação entre texto e os elementos gráficos na página. Todos esses fatores são combinados para que o layout final tenha uma “atmosfera” ou “ressonância” apropriada ao conteúdo abordado.

9) Explique a “força” dos caracteres.
A força dos caracteres é derivada da largura de seus traços, bem como das áreas de intervalos entre cada letra, entre cada palavra e entre cada linha.

10) O que significa classificação Onomástica?
A onomástica é o estudo dos nomes próprios de todos os gêneros, das suas origens e dos processos de denominação no âmbito de uma ou mais línguas ou dialetos.

11) Em diagramação de textos e imagens existem efeitos psicológicos? Comente.
Sim. Os caracteres, de acordo com suas famílias, transmitem sensações psicológicas conforme o seu desenho, força e orientação, principalmente quando associados e reforçados com os efeitos psicológicos proporcionados pela cor.

12) Fale sobre a leitura de imagens dentro de um conceito social e coletivo.
Respeitadas as singularidades, as imagens que "lemos" fazem parte de um contexto
que não é necessariamente o nosso, trata-se de um conceito social e coletivo onde prevalece o consenso comum da sociedade ou grupo que tenha mais "força".
A imagem, mais especificamente a fotografia, roteiriza os fatos, retém as cenas.
Desta forma, os dados oferecidos pela imagem podem levar a uma compreensão e leitura muito mais rápida do que as produzidas somente pelo texto.

13) Qual a força que a imagem tem quando faz parte integrante de um todo publicitário?
Ela consegue falar por si só, ela tem a responsabilidade de passar a informação impactante, sem que haja uma necessidade de ler o texto inteiro, a imagem na publicidade pode nos levar ao riso ou a emoção dependendo da intenção do publicitário, e assim, nos levar a persuasão em um certo assunto abordado.

14) Explique a frase: “a imagem é vista e percebida por um sujeito”.
Hoje, a imagem não é mais simplesmente uma ilustração qualquer de uma reportagem, ela passa informações, não se vê mais ima imagem, hoje, se lê, se entende, compreende a imagem, porque existe um cuidado de fazer com que ela, passe uma informação qualquer para o sujeito que a vê.

15) A imagem tem grau de importância e significados diferentes quando aplicada em modalidades diversas? Explique.
Se pararmos pra pensar, realmente uma imagem teria importâncias e significados diferentes quando aplicada em modalidades diferentes, uma rosa em um livro de mensagens de amor, passaria mais romantismo, mais emoção. Mas e se pegarmos essa mesma rosa e colocássemos no meio da coluna de esportes, o que ela passaria? Com certeza algo relacionado a brincadeiras de mal gosto entre os timer, ou ironias saudáveis.

16) Comente ilustração.
Uma grande ferramenta para a comunicação, mesmo antes de existir a escrita, as ilustrações eram utilizadas com muita freqüência, e hoje, a força de uma ilustração pode render uma ótima campanha, ou destruí-la completamente.

17) Comente e exemplifique – cartaz.
É uma comunicação, normalmente em papel, afixado de forma que seja visível em locais públicos. Sua função principal é a de divulgar informação visualmente, mas também tem sido apreciada como uma peça de valor estético.
O cartaz possui um valor histórico como meio de divulgação em importantes movimentos de caráter político ou artístico.

18) Comente e exemplifique – ilustração técnica.
Não há margens para várias interpretações.
O ilustrador não altera formas e texturas.
Ele precisa mostrar as coisas como de fato são.
É muito usado para peças históricas, espécies de animais e vegetais, arquitetura, medicina, máquinas, equipamentos e gráficos.

19) Comente e exemplifique – ilustração cientifica.
Tem o enfoque na riqueza e precisão da informação visual.
Muitos dos ilustradores que trabalham nessa área costumam se especializar nela já que exige rigor técnico.

20) Comente e exemplifique – ilustração infantil.
É a expressão visual melhor recebida e identificada pela criança. Por sua proximidade com os traços e referencias do universo infantil.

21) Comente e exemplifique – Historia em quadrinhos.
As histórias são contadas quadro a quadro, com a impressão de que estamos assistindo a um filme, só que sem som.
Expressões, movimentos, luzes, sombras e perspectivas precisam ser trabalhados de maneira que garantam
a vida no papel.

22) Comente e exemplifique – Storyboard.
Na publicidade e no cinema os ilustradores fazem uso deste recurso para demonstrar e representar as cenas de um comercial ou filme antes de sua produção.

23) Comente e exemplifique – ilustração editorial.
Usada em livros, revistas e jornais.
Normalmente, sintetiza uma idéia e serve de complemento ao texto para que a mensagem seja interpretada da maneira mais correta possível.
Também pode ser conhecida como Infográfia.

24) Comente e exemplifique – ilustração publicitária.
Tende a ser mais forte no significado que o texto
Tem que ser objetivo para transmitir de maneira rápida a informação
Expressa o produto ou serviço apresentado

25) Qual tipo de ilustração esta mais em “alta” e porque?
Creio que seja as ilustrações de História em quadrinhos, pelo fato de que as HQs e Mangás estão muito em alta entre os jovens.

26) Defina subjetividade.
A subjetividade é o mundo interno de todo e qualquer ser humano. Este mundo interno é composto por emoções, sentimentos e pensamentos.






Gente, esperero ter ajudado.
Bjo
e Boa Sorte na Prova

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Gente, vou postar as aulas do professor Davius.


(1ª Aula)
COMUNICAÇÃO APLICADA
Comunicação nas organizações
(Margarida KUNSCH, em “Planejamento de Relações Públicas na Comunicação Integrada”)

CONCEITO DE ORGANIZAÇÃO
Do grego: organon (órgão)
Dois aspectos amplamente trabalhados pela maioria dos autores:

● Ato e efeito de organizar, função da administração.
● “organização” como expressão de um agrupamento planejado de pessoas para o alcance de objetivos comuns.

Os racionalistas concebem as organizações como estruturas racionalmente ordenadas e destinadas a fins específicos.

Os organicistas vêem as organizações como organismos sociais vivos, que evoluem com o tempo.


CONCEITO DE ORGANIZAÇÃO

Para Alexandre Mattos:
Organização significa estudar órgãos e sobre eles agir; agir sobre empresas, instituições e os empreendimentos humanos, com o objetivo de torná-los mais eficazes e eficientes (maximizar sua energia e minimizar seu esforço).
Significa também um órgão, um instrumento pelo qual um ato é executado ou um fim é alcançado.


Para Idalberto Chiavenato:
Organização: unidade ou entidade social, na qual pessoas interagem entre si para alcançar objetivos específicos.
Como função administrativa, é parte do processo administrativo. Organizar, estruturar e integrar os recursos e os órgãos incumbidos de sua administração e estabelecer relações entre eles e atribuições de cada um.

CONCEITO DE ORGANIZAÇÃO
O termo ganhou significado mais avançado em nosso tempo. Antes referia-se a empresas e instituições, sociedade, tribo, comunidade e família.
Hoje, agrupamentos de pessoas que se associam para trabalhar em prol de objetivos comuns.
Não há mais organização em si, mas dada em um determinado contexto.
Pois as organizações são formadas por pessoas, que carregam consigo a sua subjetividade.
Por isso a cultura organizacional é tão importante (parâmetros e padrões internos).

TEORIA DOS SISTEMAS
Sistema é um complexo de elementos que se relacionam entre si de forma estável, durante algum período.
Fritjov Capra fala em uma ciência geral da totalidade. Ou seja, os fenômenos da natureza não podem ser completamente compreendidos pelas partes, mas sim pelo todo.
Assim, as organizações precisam ser vistas como unidades multidisciplinares, e não fragmentadas em setores. O mesmo vale para a comunicação organizacional, que precisa ser vista de forma integrada.

ADMINISTRAÇÃO SISTÊMICA
Antonio César A. Maximiniano pensa o enfoque sistêmico das organizações. Diz:

“A administração científica tradicional focaliza apenas a eficiência do sistema técnico e relega as pessoas para segundo plano.

“Já a escola de relações humanas, ao contrário, enxerga apenas o sistema social e deixa a tarefa em segundo lugar.

“A administração sistêmica propõe uma visão integrada. As organizações são sistemas sociotécnicos.”

ADMINISTRAÇÃO SISTÊMICA
Além dos sistemas social e técnico, acrescentem-se mais dois: o tecnológico e o gerencial.
A organização é, enfim, subsistema de um sistema maior, a sociedade, um sistema aberto.
É uma microssociedade que opera nas mais diversas dimensões sociais, econômicas, políticas e simbólicas, devendo ter como bússola uma perspectiva holística.


TEORIA GERAL DOS SISTEMAS
Ludwig Bertalanffly, em “Teoria Geral dos Sistemas” (1977), considera a TGS uma nova disciplina científica.
“Seu objeto é a formulação de princípios válidos para os sistemas em geral, qualquer que seja a natureza dos elementos que os componham e as relações ou forças existentes entre eles.
“Assim, a TGS é considerada uma ciência geral da “totalidade” e pode ser aplicada às teorias das organizações.”


ORGANIZAÇÕES TRADICIONAIS Economia de escala e estrutura vertical. Modelo predominante até os anos 70.


Taylorismo

Em 1911, o engenheiro americano Frederick W. Taylor publica “Os princípios da administração científica”, propondo intensificação da divisão do trabalho.
Tarefas ultra-especializadas e repetitivas. Diferenciar o trabalho intelectual do trabalho manual. Controle sobre o tempo gasto em cada tarefa e um constante esforço de racionalização, para que a tarefa seja executada num prazo mínimo.
Idéia de que o trabalhador que produzisse mais em menos tempo devesse receber prêmios como incentivos.

Fordismo

O norte-americano Henry Ford é o primeiro a por o taylorismo em prática, na “Ford Motor Company”.
Radicaliza seus princípios, organizando a linha de montagem de cada fábrica para produzir mais, controlando melhor as fontes de matérias-primas e de energia, os transportes, a formação da mão-de-obra.


Adota três princípios básicos:

1) Princípio de Intensificação: diminuir o tempo de duração com o emprego imediato dos equipamentos e da matéria-prima e a rápida colocação do produto no mercado.
2) Princípio de Economia: reduzir ao mínimo o volume do estoque da matéria-prima em transformação.
3) Princípio de Produtividade: aumentar a capacidade de produção do homem no mesmo período (produtividade) por meio da especialização e da linha de montagem. O operário ganha mais e o empresário tem maior produção.

TOYOTISMO (anos 1970)
Surge o toyotismo (modelo de administração e gestão da Toyota). Influência japonesa. Seus objetivos supremos: mais eficiência, mais qualidade, menos desperdício.

Para Manuel Castells, o toyotismo é a transição entre a produção em série e o trabalho mais eficiente, baseado em treinamentos e participação dos trabalhadores.

Objetivos: diminuir escalões hierárquicos; estimular a participação do trabalhador; fomentar a qualidade total, o comprometimento, a flexibilidade na gestão e na produção.

A gestão vertical dá lugar a um modelo horizontal, baseado em um sistema de produção flexível, idealizado para reduzir incertezas.

Castells: “Essa nova organização desce do pedestal da burocracia verticalizada para atuar em rede, organizar-se em torno de processos, não de tarefas.

As novas referências trazidas por essa visão de gestão:

● É preciso mensurar resultados de satisfação
● Informar / formar os empregados
● Descentralizar o poder e incentivar a participação de todos
● Coordenar em vez de ordenar


O MELHOR MODELO EXISTE?

Margarida Kunsch conclui que nenhum desses modelos provou-se como o melhor e sugere buscar-se um equilíbrio entre eles.

Nem tanto ao céu, nem tanto à terra.

A COMUNICAÇÃO NA ORGANIZAÇÃO

A Comunicação é vital para a organização.

Todos os elementos de uma organização informam e são informados ininterruptamente para a sua própria sobrevivência.

O sistema comunicacional também é o responsável pelo relacionamento da organização com seu meio externo.

O sistema comunicacional que consiga gerar sintonia entre o interior e o exterior de uma organização proporcionará equilíbrio e o surgimento de mecanismos de crescimento organizacional.

O processo comunicacional estrutura as convenientes ligações entre o microssistema (interno) e o macrossistema (externo), o social; estuda a concorrência; analisa as pressões do ambiente etc.

Por isso cabe sobretudo à Comunicação criar condições para o aperfeiçoamento da organização.
Richard Hall – a Comunicação é extremamente importante nas organizações e nos segmentos organizacionais que precisam lidar com a incerteza, que são complexos e que têm uma tecnologia que não permite uma rotinização fácil.


PROCESSO COMUNICATIVO NAS ORGANIZAÇÕES
Acostumamo-nos a pensar a Comunicação segundo esse esquema:

Fonte / emissor à código / língua à canal / meio à mensagem / conteúdo à receptor

Mas o receptor também é SUJEITO no processo de comunicação. Ele reage e reconstrói a mensagem. E isso muda tudo.

Fonte / emissor à código / língua à canal / meio à mensagem / conteúdo à receptor feedback / retroalimentação

É preciso pensar em uma comunicação orquestral. Alguém coordena, mas inúmeros agentes compõem o processo.
O aspecto relacional da comunicação afeta todo o processo.
Na empresa, trata-se de um processo entre indivíduos, departamentos, unidades e organizações (entre a “sua” empresa e as demais...). Esse processo sofre interferência e condicionamentos diversos, dados os diferentes tipos de comunicação, que atuam em distintos contextos.
A comunicação organizacional tem de ser pensada numa perspectiva dinâmica da história.

COMUNICAÇÃO SOCIAL – Revendo parâmetros teóricos…

INDÚSTRIA CULTURAL – Teoria Crítica. Visão segundo a qual os meios de comunicação de massa estão a serviço de uma intenção ideológica determinada e do sistema econômico vigente.

Estrutura e superestrutura – premissas marxistas. Espaço, tempo, imaginação.

Dessublimação da arte e manipulação cultural.

Produção em série X original.

(Obra de referência: “Dialética do Esclarecimento”, ADORNO, Theodor, e HORKHEIMER, Max, fundadores da Escola de Frankfurt).

INTEGRADOS – Visão positivista e mais funcionalista da história (a vida é como é por conta de forças naturais, da vontade da maioria, da vontade do mercado).

O modelo: “5 Qs” – quem / diz o quê / a quem / por que canal / com que efeitos.
A padronização da informação e dos costumes é necessária por conta da necessidade de alcance, de democratização dos conteúdos.

(Obra de referência: “Apocalípticos e Integrados”, ECO, Umberto.)
DO CONFLITO
Do suposto conflito entre os saberes técnicos e a crítica social nasceu uma esquizofrenia.
Não se aproveitaram nem as contribuições da Escola de Frankfurt, nem as da semiótica.
A idéia da inevitável manipulação do sistema (crítica frankfurtiana) resultou em quê? A crítica legitimou a fuga (da discussão e da sua superação).


COMUNICAÇÃO SOCIAL – pontos de vista referenciais

POR UM NOVO CAMPO – BARBERO, Jesús Martin.

● Quanto à Teoria Crítica (indústria cultural) dos frankfurtianos:

Por que não aceitar a pluralidade estética (jazz, por exemplo)?

Investigação não a partir de um ponto de vista fixo (a “verdade”), mas de uma realidade compreendida como descontínua.

Idéia de uma resistência cultural – as sociedades reagem!

● Quanto à visão tecnicista do mundo:

Pensar a Comunicação a partir da cultura, e não da tecnologia.

Assim, fazer frente ao pensamento instrumental que tem dominado o campo da comunicação desde o seu nascimento e que hoje se autolegitima sobre o otimismo tecnológico a que se acha associada a expansão do conceito de informação.


FUTURO (BARBERO)

A mediação tecnológica da Comunicação deixa de ser meramente instrumental para se converter em estrutural.
As mudanças no âmbito da tecnicidade e da identidade reclamam que se pense as mediações comunicativas da cultura, um novo mapa que dê conta dessa complexidade.

Necessário enfrentar o pensamento único que legitima a idéia de que a tecnologia é hoje o grande mediador dos povos. O que a tecnologia faz hoje é acelerar a transformação da sociedade em mercado.
A questão é: como os estudos em comunicação estão traduzindo os desafios e a sensibilidade que esses cenários apresentam? Como se relacionam pesquisa e mercado?

O comunicador como intelectual

“É nítida a demanda social por um comunicador capaz de enfrentar os resultados do que o seu próprio trabalho põe em jogo e as contradições que atravessam a sua prática.

“É o que constitui a tarefa do intelectual: lutar contra o assédio do imediatismo e o fetiche da atualidade.” (Barbero)

(Obra de referência: “Ofício de Cartpografo, BARBERO, Jesus Martín)


A perda do espaço da comunicação
(Vilém Flusser)
Vilém Flusser descreveu o processo de perda crescente das três dimensões do espaço de comunicação do homem.

Da comunicação corporal – Tridimensional, para a
Comunicação por imagens – Bidimensional, para a
Comunicação pela escrita – Unidimensional, para a
Comunicação digital – Nulodimensional, imaterial (nenhuma dimensão)

O homem começa agora a fazer o caminho de volta, a reconstruir virtualmente as outras dimensões, diz Flusser.


(Norval Baitello Jr.)
“Muitos são os nomes da incomunicação e muitos são os espaços em que está inteiramente à vontade. E é inútil pensar que ela age somente em surdina, nos bastidores e em silêncio. Sobretudo nos excessos é que ela se faz presente. No excesso de informação, no excesso de tecnologia, no excesso de luz, no excesso de zelo, no excesso de visibilidade, no excesso de ordem.
“Vivemos (e morremos) nos excessos do tempo e no tempo dos excessos. Os excessos do tempo trazem, por um lado, a aceleração, o estresse, a pressa, por outro, a desocupação, o desemprego, o tempo esvaziado.”


As irmãs gêmeas: comunicação e incomunicação (Norval Baitello Jr.)

“Quanto mais se aperfeiçoam os recursos, as técnicas e as
possibilidades que o homem tem de se comunicar com o mundo, com os outros homens e consigo mesmo, aumenta também, em idêntica proporção, as suas incapacidades, suas lacunas, seu boicote, seus entraves ao mesmo processo, ampliando um território tão antigo quanto esquecido, o território da incomunicação humana.
“Assim, andam de mãos dadas e crescem juntas, como irmãs gêmeas, a comunicação e a incomunicação.”

“Quanto mais ressaltamos e nos orgulhamos dos bons serviços e das qualidades da comunicação, mais a incomunicação ganha força e ousadia, provocando estragos, desfazendo e desmontando, distorcendo e deformando, semeando discórdia e gerando falsas expectativas, invertendo sinais e valores, azedando as relações e produzindo estranhamentos incômodos.”
“Vivemos (e muito mais morremos) no tempo dos superlativos e das megalomanias da era do ‘verticalismo’. A obsessão da vertical transformada em vida e da vida transformada em vertical impõe a cada um de nós uma luta permanente em direção ao mais alto. Embora o mais alto seja o nada, o vazio, o inóspito, o inabitável espaço; embora o mais alto seja a condição inalcançável dos deuses e dos seres celestiais imaginários, imateriais, sem corpo e sem humanidade, portanto, sem vida.”
“Transformamos assim nossas vidas em uma linha vertical de aspirações e buscas abstratas. E medindo nossas vidas pela altura que alcançamos. Talvez seja o verticalismo a obsessão mais poderosa do nosso tempo. E seus efeitos, devastadores por duas grandes razões.
A primeira: a demolição da corporeidade e dos espaços que a abrigam; isto quer dizer, a destruição da realidade tridimensional por meio da transformação dos corpos em abstratos traços verticais.
A segunda razão: a perda dos vínculos com o outro ser ao lado (uma vez que os vínculos elementares que constituem nossa natureza humana são necessariamente horizontais); isto quer dizer, a renúncia à capacidade de comunicar-se, abrindo os espaços para a livre escalada da incomunicação.”

(Obra de referência: “Meios da Incomunicação”, BAITELLO, Norval)

“Teríamos que nos perguntar se essa redução drástica do espaço externo da comunicação, dos vínculos sociais, dos horizontes e das horizontais da sociabilidade, não estará correspondendo a uma redução dos espaços internos, a um estreitamento da comunicação consigo mesma.
“Se estiver acontecendo esse temível estreitamento interno, estaremos diante de uma dupla manifestação dos efeitos devastadores da incomunicação. Estaremos cortando nossos vínculos com os outros seres e estaremos cortando os vínculos conosco mesmos, vale dizer, estaremos rompendo os vínculos com o nosso passado e nossas histórias, com o nosso futuro e nossos sonhos.
“Mas, o que fica no lugar dos vínculos rompidos? Ficam os fantasmas dos vínculos. A eles é que damos o nome de 'incomunicação'.”


PROCESSO COMUNICATIVO NAS ORGANIZAÇÕES

“Comunicação não é o que se diz, mas o que o outro entende.”
(Duda Mendonça, publicitário)

É preciso pensar em uma comunicação orquestral. Alguém coordena, mas inúmeros agentes compõem o processo.
O aspecto relacional da comunicação afeta todo o processo.
Na empresa, trata-se de um processo entre indivíduos, departamentos, unidades e organizações (entre a “sua” empresa e as demais...). Esse processo sofre interferência e condicionamentos diversos, dados os diferentes tipos de comunicação, que atuam em distintos contextos.
A comunicação organizacional tem de ser pensada numa perspectiva dinâmica da história.

INCOMUNICAÇÃO (BAITELLO Jr., Norval)
“Muitos são os nomes da incomunicação e muitos são os espaços em que está inteiramente à vontade. E é inútil pensar que ela age somente em surdina, nos bastidores e em silêncio.

“Sobretudo nos excessos é que ela se faz presente. No excesso de informação, no excesso de tecnologia, no excesso de luz, no excesso de zelo, no excesso de visibilidade, no excesso de ordem.

“Vivemos (e morremos) nos excessos do tempo e no tempo dos excessos. Os excessos do tempo trazem, por um lado, a aceleração, o estresse, a pressa, por outro, a desocupação, o desemprego, o tempo esvaziado.”

CRIATIVIDADE (OSTROWER, Fayga, “Criatividade e Processos de Criação” – ed. Vozes)

● A natureza criativa do homem se elabora no contexto cultural.

● O consciente como fator negativo para a criação (repressão à criatividade espontânea).

● Modo racionalista e reducionista como forma de ver a vida inibe a criatividade.

● A alienação do homem de si mesmo.

● Em vez de se integrar como ser individual e social, o homem sofre a desintegração, tal o bombardeiro de demandas, informações e papéis exercidos.

● Aliena-se da possibilidade de criar e realizar conteúdos mais humanos em sua vida.

● Criar é dar forma nova a algo, formar.

● A sensibilidade é a porta que nos conecta ao ambiente, como qualquer espécie.
● A maior parte da sensibilidade permanece vinculada ao inconsciente.
● A parte de que chega ao nosso consciente se transforma no que chamamos de percepção, que abrange a nossa capacidade intelectual (elaboração mental das sensações).
● O homem é um animal cultural desde os homínidas. Essa foi a condição que o destacou dos demais primatas. “Capital cultural” (símbolos, memória).

● Nessa integração de potencialidades individuais com possibilidades culturais, a criatividade é a própria sensibilidade.

● O potencial criador elabora-se nos múltiplos níveis do ser sensível-cultural-consciente do homem.

● Os caminhos por meio dos quais esse potencial se desenvolve podem cristalizar-se, mas a criatividade, como potência, se refaz sempre.

● Tensão psíquica – a criatividade implica uma força crescente. Ela se abastece nos próprios processos através dos quais se realiza. Revonação constante.

● A tensão psíquica, similar à tensão física, é uma vitalidade elementar e preexistente ao agir. Essa tensão é determinante nos processos criativos.

● O conflito é a condição do crescimento (dialética).


“A imaginação é mais importante que o conhecimento.”
(Albert Einstein)



(2ª Aula)
Metodologia do Trabalho Científico
SEVERINO, Antônio Joaquim
(“Diretrizes para elaboração de uma monografia científica”, capítulo V, em “Metodologia do Trabalho Científico”, ed. Cortez, SP, 2005 – p. 73-131)


Pensando a sua monografia...
Não se pode conceber um trabalho científico ao sabor da inspiração intuitiva e espontânea, sem obediência a um plano e aplicação de um método.

• Determinação do tema-problema;
• Levantamento da bibliografia referente a esse tema;
• Leitura e documentação dessa bibliografia, após seleção;
• Construção lógica do trabalho;
• Redação do texto.

1) Etapas da elaboração:
1.1) Escolha do tema a ser abordado.
Delimitação do tema, para diferenciá-lo de possíveis outros temas (sujeito a expansão ou restrição futura).
Se o trabalho é acadêmico, precisa abrir caminho para a pesquisa positiva, bibliográfica ou de campo, sob pena de se tornar, no final, pura criação mental do aluno.
Recorrer a temas já trabalhados, mas sob outra perspectiva, oferece a possibilidade de se trazer à tona outros autores, que ajudem a “legitimar” a nova produção intelectual.

Problema
Necessário definir o problema. Sem ele, não há raciocínio a ser desenvolvido.
Toda a argumentação, todo o raciocínio desenvolvido em um trabalho visa a responder a determinado problema, aquele que “eu” mesmo “me” apresentei como um desafio à explicação lógica.
Estabelecer qual o problema a ser respondido equivale a dizer qual será, enfim, o trabalho a ser realizado.


Hipótese
Colocar claramente o problema desencadeia a necessidade de se propor a formulação de uma hipótese geral a ser comprovada no decorrer do raciocínio.
Ao verificar que essa hipótese é o caminho para solucionar o problema estabelecido, tem-se uma tese, que será assumida e defendida até que se demonstre a adequação da hipótese apresentada para responder ao problema.

Enfim...
A determinação do tema, do problema, da tese deve anunciar e garantir o caráter monográfico do trabalho.
Isso significa que o trabalho deverá ater-se ao aspecto tratado. Quanto mais científicos forem os trabalhos (como em dissertações de mestrado e teses de doutorado), mais restritivos deverão ser os textos.


Portanto, há três fases:
a) Invenção, intuição, descoberta e formulação de hipótese, fase eminentemente lógica, em que o pensamento é provocador;

b) Pesquisa positiva, científica, experimental, de campo e/ou bibliográfica (nessa fase, o espírito é posto diante dos fatos, de outras idéias. Esse confronto ajudará a fortalecer – ou enfraquecer – a hipótese escolhida: idéias são reforçadas ou reformuladas... Ou seja, a primeira formulação da hipótese é temporária, a ser confirmada);

c) Definição do trabalho. Uma vez amadurecida uma posição, então precisa-se estar de posse de uma segunda formulação, que confirme ou altere a primeira.

Nesse momento, o objetivo é o de transmitir uma mensagem, comunicar um resultado.


1.2) Levantamento da bibliografia
Como técnica, ela tem o objetivo de descrever e classificar os livros e documentos similares, segundo critérios, como autor, gênero literário, conteúdo temático, data de publicação etc.

Permite, a qualquer outro leitor / observador do trabalho, reconstruir o caminho lógico de análise do autor.

1.3) Leitura e documentação

Após a definição do levantamento bibliográfico, inicia-se a pesquisa propriamente dita, o momento da leitura, dos estudos, da documentação.

1.3.1) Plano provisório do trabalho
Estruturação inicial do trabalho, baseado nas idéias gerais. Essas idéias é que nortearão a leitura e a pesquisa que se iniciam.
1.3.2) A leitura de documentação
Leitura propriamente dita dos livros / documentos escolhidos, em busca dos elementos que se revelem importantes para o trabalho
1.3.3) Documentação
À medida que esses elementos vão surgindo, faz-se a documentação. Trata-se de tomar nota de todos os elementos que serão utilizados na elaboração do trabalho.

São os apontamentos, que servirão como matéria-prima para a construção do texto que será gerado pelo aluno.


1.4) Construção lógica do trabalho
Será a síntese, a coordenação lógica das idéias conforme as exigências do próprio trabalho. A ordem lógica do pensamento pode não coincidir com a ordem de descoberta e de intuição do autor.

1.5) Redação do texto
Consiste na expressão literária do raciocínio desenvolvido no trabalho. Guiando-se pelas exigências próprias da construção lógica, o autor vai tecendo a redação do projeto. Uma vez de posse do encadeamento lógico do pensamento, essa trabalho será apenas uma questão de comunicação literária. Recomenda-se uma revisão cuidadosa após a primeira redação, para correção tanto de problemas lógicos quanto de falhas literárias (comunicacionais).


1.6) Construção do parágrafo
Trata-se do volume propriamente dito do texto a ser empregado, da sua qualidade lógica, sua qualidade gramatical, sua eficiência em expressar o que o autor pretende comunicar.

Se a lógica está no comando de todo o projeto, é esperado que aqui, na produção do texto, ela também estabeleça o modo como a redação vai sendo construída.

Ou seja, o texto e a sua progressão precisam ser coerentes com a missão implícita do projeto, demonstrar algo a alguém.

Por esses e outros motivos recomenda-se que os parágrafos não sejam nem breves demais – o radicalismo, nesse caso, acontece quando cada frase abre um novo parágrafo –, nem longos demais – trechos tão extensos que dificultem tanto para o próprio autor quanto para o leitor a compreensão clara das idéias que vão sendo encadeadas.


2) Aspectos técnicos da redação

Apresentação gráfica geral do trabalho
De um ponto de vista geral, um trabalho científico contém as seguintes partes:

• Capa
• Página de rosto
• Sumário
• Lista de tabelas e figuras
• Núcleo do trabalho
Introdução
Desenvolvimento
Conclusão
• Apêndices e anexos
• Bibliografia
• Capa final



(3ª Aula)

Coesão e coerência textuais
L I Ç Õ E S DE T E X T O: L E I T U R A E R E D A Ç Ã O
Platão & Fiorin
Lição 24 – Coesão textual


COESÃO – conexão entre as palavras, expressões ou frases do texto.
(fator não-suficiente de textualização)

Mecanismos de coesão:
1) coesão por retomada ou antecipação:
a) retomada (anafórico) ou antecipação (catafórico) por
uma palavra gramatical.
Ex.1: Ronaldo é mesmo um fenômeno. Ele se superou de novo. Desde que o craque começou a jogar no Corinthians, ninguém mais duvida dele. (anafóricos)

Ex.2: O Rei abrirá o show às 22 horas. Roberto Carlos é um dos raros artistas a celebrar 50 anos ininterruptos de carreira. (catafórico)

b) retomada por palavra lexical.
Retomar um termo substituindo-o por um:

Sinônimo – palavra de significado equivalente
Que aula enfadonha! Que aula chata!
Hiperônimo – relação contém / está contido
Flor é hiperônimo de rosa
Hipônimo – relação de está contido / contém
Rosa é hipônimo de flor.
Antonomásia – substituição de nome próprio por um nome comum ou vice-versa. Ninguém joga mais futebol do que o Rei já jogou!


2) coesão por encadeamento de segmentos textuais:

a) conexão – concatenação por conectores (relatores) discursivos.
termos que, em si mesmos, nada significam.
Ex.: João, quem sempre quis conhecer a Europa, partiu para a Itália.
Porém, ficará apenas 15 dias.

b) justaposição – estabelecimento da sequência textual com ou sem
sequenciadores.
Ex.: Acordaremos cedo. A caminhada é longa. Precisamos chegar à
próxima cidade antes do entardecer.

Ou seja, a coesão é o encadeamento linear das unidades linguísticas presentes no texto.
Ela auxilia no estabelecimento da coerência, mas não é imprescindível para que esta ocorra.

COERÊNCIA – relação que se estabelece entre as partes do texto, criando uma unidade de sentido.

Existem textos sem coesão (com falhas de articulação interna), mas não existem textos sem coerência (sem sentido).
Existe coerência em cada um dos níveis de organização do texto:

1. Coerência narrativa
Diz respeito às implicações lógicas presentes no texto.

Ex. de incoerência: As escolas públicas de 1º e 2º Graus encaminharam sua proposta de reforma da Língua Portuguesa, aprovada imediatamente pelo Governo.

2. Coerência argumentativa
Adequação entre pressupostos / afirmações e conclusões.
Ex. de incoerência: Já que todos os convocados vieram, melhor adiarmos a reunião.

3. Coerência figurativa
Diz respeito à compatibilidade entre as figuras do texto.
Ex. de incoerência: Assim que os chefes de Estado chegaram, o truco rolou solto.

4. Coerência temporal
Diz respeito à sucessibilidade dos eventos
Ex. de incoerência: A moça é um gênio: desenvolveu sua dissertação de mestrado em três meses e a tese de doutorado em mais três.


5. Coerência espacial
Compatibilidade entre os enunciados quanto à localização e ocupação espaciais.
Ex. de incoerência: Desenbarcaram em Belo Horizonte e foram logo conhecer as praias. Os 200 visitantes preferiram então fretar um ônibus turístico para conhecer outras cidades mineiras.

6. Coerência de nível de linguagem
Diz respeito à adequação da variantes linguística escolhida.
Ex. de incoerência: Senhoras e senhores, temos a satisfação de apresentar-lhes o nosso novo diretor de operações, tá ligado?
Os seis níveis mencionados podem se dar, juntos ou separados, em por meio de duas lógicas textuais associadas à idéia de “verdade”, que também podem ocorrer juntas ou separadas.

a) Coerência extratextual
Diz respeito à adequação do texto ao que lhe é externo, à realidade objetiva, exterior ao texto.
Ex. de incoerência: A ONU, sediada em Brasília, divulga ainda hoje seus relatórios sobre mortalidade infantil no Brasil.

b) Coerência intratextual
Concerne à não-contradição entre os enunciados do próprio texto, sua articulação interna, sua coerência interna.
Ex. de incoerência: O exército se prepara para a guerra, declarada. Os últimos preparativos para a festa de despedida dos soldados já foram resolvidos.

Certos textos podem valer-se da incoerência para criar efeitos de sentido.

Casal chega em casa, quando o marido apanha o extrato do cartão de crédito junto à porta:
– Você só pode estar brincando… Comprou outra roupa?!
– Eu estava precisando…
– É, você deve ter apenas umas mil peças… Estava precisando mesmo…



Argumentação
………………
………………
…………….
……………
…………..


Persuasão

X

Convencimento

Coerência


ARGUMENTAÇÃO

Persuadir – apóia-se em princípios, crenças, lugares comuns. Argumentação retórica.
Exemplos aplicação: publicidade, textos político-eleitorais, religiosos, ficcionais...
Convencer – apóia-se em fatos, estatísticas, “verdades”. Argumentação demonstrativa.
Exemplos de aplicação: textos acadêmicos, científicos, técnicos (ex.: jurídicos), jornalísticos...

Persuadir – levar à compreensão.
Convencer – explicar.
Posso ENTENDER a explicação de uma operação financeira.
Mas só posso COMPREENDER o que chamamos de amor, por exemplo, que não sei como explicar.
Como se vê, há vários modos de se SABER. Saber com a razão, com o “coração”, com a intuição, ..., e meu processo criativo pode passear livremente por todas essas instâncias do que chamamos de percepção.


“O Mundo Codificado”
(Vilém Flusser)

Originalmente escritos em alemão, os textos que seguem foram publicados em diversas línguas, sempre em forma de coletânea. Tomados isoladamente, funcionam muito bem e constituem pequenos clássicos em seus temas.
A organização de Rafael Cardoso (próximos slides) procurou fortalecer o conjunto, pela cadência progressiva de sua divisão temática: "Coisas", "Códigos" e "Construções", ou, se preferirmos, "conceitos básicos", "linguagem e comunicação", e "os problemas e as responsabilidades do designer".

Coisas
"Forma e material" mostra como as noções de forma e material tendem a aproximar-se das concepções forjadas a seu respeito na Grécia antiga, na medida em que nossas formas digitais (cálculos imateriais e eternos) estão para os objetos assim como a "verdade" das idéias estava para a materialidade das coisas.
"A fábrica" demonstra que a melhor forma de conhecer e reconhecer os homens reside em suas fábricas, isto é, em suas formas de produção, e sugere que as fábricas no futuro serão como escolas.
"A alavanca contra-ataca" mostra que os objetos funcionais que criamos nos devolvem o gesto que pedem de nós, moldando-nos à sua função, e que faz sentido, portanto, perguntar o que nos será devolvido de nossas criações funcionais que começam a adentrar o campo da biotecnologia.
"A não-coisa (1)" mostra como as bases materiais do novo tipo de informação com que lidamos (a informação digital) é desprezível do ponto de vista existencial, e como o nosso horizonte de interesses deve migrar rapidamente das coisas para as informações.
"A não-coisa (2)" indica que a imaterialidade e perenidade dessas informações podem significar o salto para fora do circuito vicioso da transformação da natureza em cultura e da cultura em lixo, mas alerta para a falsa liberdade oferecida pelos programas, que só permitem fazer aquilo que estão programados para fazer.
"Rodas" parte da constatação de que as rodas estão desaparecendo de nosso cotidiano. Mostra como a roda é a invenção que fraturou o destino, inventando a história e o progresso. E mostra como o próprio progresso se transformou em uma roda que desliza sem atritos, impossível de ser freada.
"Sobre formas e fórmulas" demonstra que só podemos explicar o mundo com os modelos que fazem parte do nosso "programa de vida", e, portanto, que é possível pregar "não somente uma, mas uma série de peças nesse programa vital", criando mundos verdadeiramente alternativos para vivermos, com o perigo de replicarmos o mito de Prometeu na inconsciência de nossas ações.
"Por que as máquinas de escrever estalam" constata que, "graças aos computadores, a beleza e a profundidade do cálculo tornaram-se perceptíveis aos sentidos", e que, por isso, "as pessoas deveriam de uma vez por todas aprender a contar" (leia-se: dominar os computadores em seus níveis mais básicos de cálculo, ou encarar o cálculo com outros olhos).

Códigos
"O que é comunicação?" demonstra que o homem se comunica não por ser sociável, mas por não suportar a condição de ser um solitário condenado à morte numa existência sem sentido, e que acumular informações é a conseqüência contranatural dessa condenação. A partir daí, Flusser analisa as duas formas básicas de acúmulo de informação – o discurso e o diálogo –, mostrando que o diálogo, tão escasso em nossos dias, é a forma privilegiada de produção de informações novas.
"Linha e superfície" compara o funcionamento do discurso linear do texto, que é decifrado à medida que é lido, e o discurso instantâneo da imagem, que pede decifração depois de ser percebido, mostrando como "a síntese da mídia linear com a de superfície pode resultar numa nova civilização".
"Mundo codificado", o ensaio que dá nome ao livro, aprofunda as conseqüências do predomínio das imagens no panorama atual das informações com as quais lidamos, comparando-o com o domínio das imagens no mundo mágico do homem pré-histórico e mostrando como esse discurso é, por sua própria natureza não-narrativa, anti-histórico. A constatação: "Não há paralelos no passado que nos permitam aprender o uso dos códigos tecnológicos" que estamos começando a utilizar.
"O futuro da escrita" demonstra como a escrita tornou-se um dispositivo a serviço da criação de imagens, e como as imagens passaram do estatuto de ilustração do mundo para o de ilustração de textos. Como a leitura das imagens é oposta à da narrativa textual, abre-se a crise e a necessidade de a escrita explicar não mais as imagens do mundo, mas as ideologias escondidas por trás das imagens tecnológicas.
"Imagens nos novos meios" intui o funcionamento da internet (ainda sem mencioná-la), mostrando o seu potencial de "neutralizar de um modo técnico o 'poder' político, econômico e social" das imagens de mão única.
"Uma nova imaginação" fecha a segunda parte recompondo a história da produção dos signos humanos, para melhor expor a natureza adimensional das novas imagens, que mal começamos a conceber: "primeiramente recuamos do mundo para poder imaginá-lo. E então nos afastamos da imaginação para poder descrevê-lo. Depois nos afastamos da crítica escrita e linear para podermos analisá-lo. E, finalmente, projetamos imagens sintetizadas a partir da análise, graças a uma nova imaginação."

Construções
"Sobre a palavra design" desmascara a "trapaça" que está por trás de toda técnica, toda arte e todo o design – enganar a natureza – demonstrando como esse ardil, ao mesmo tempo em que confere valor aos objetos, não se livra nunca de ser uma trapaça, que retira das coisas sua verdade e autenticidade para transformá-las em objetos falseados e, em última análise, descartáveis.
"O modo de ver do designer" usa a oposição entre tempo e eternidade para demonstrar como o olho do designer está sempre transportando formas e modelos "eternos" e "imutáveis", que intui e manipula, para a temporalidade – o que o aproxima dos antigos profetas mesopotâmicos.
"Design: obstáculo para a remoção de obstáculos" parte da palavra objeto ("problema", em grego) para mostrar como os objetos de uso são ao mesmo tempo, solução e obstáculo, e como "a cultura tende a se tornar objetiva, objetal e problemática". A saída para isso poderia estar no design imaterial e na responsabilidade para com o lixo.
"Uma ética do design industrial?" expõe três razões pelas quais é imperativo construir uma ética para a profissão: ausência de autoridade pública para estabelecer normas, diluição de responsabilidades na natureza cooperativa do design e diluição sobre a responsabilidade pelos objetos fabricados pelas máquinas. Aqui, o desinteresse dos designers pelo tema pode significar total ausência de responsabilidade.
"Design como teologia" fecha o livro, partindo do encontro entre as civilizações ocidental e oriental – em tudo opostas na atitude em relação à vida e à morte – que ocorre nos objetos industrializados de circulação mundial. Para entendê-los, seria necessário formular uma nova teologia, que unificasse essas civilizações e abrisse novas perspectivas de mundo.



Tudo aí.
Bjo
Daniela

terça-feira, 19 de maio de 2009

Gente, pra melhor ajudar vocês, pra facilitar a vida de vocês, vou explicar como deve ser feito o portifólio de atividades complementares.

As atividades devem ser entregues com relatórios e comprovantes.
No caso de um cinema, teatro, museu, os ingressos servem para comprovar sua visita. Se o filme for alugado, pode ser anexado o comprovante da locadora, se o filme for de propriedade pessoal, ou baixado da internet, a xérox da capa, e/ou todos os dados técnicos encontrados na capa do filme.
No caso de livros, deve ser anexado a xérox da capa do livro.
Palestra da TV WEB UNIP, entregar um resumo crítico, com o nome da palestra e a data da palestra.
No caso das tão complicadas atividades assistenciais, o comprovante da instituição que foi ajudada, com a carga horária. (as atividades assistenciais podem valer 10 horas, caso o ajuda seja dada durante um dia inteiro, de acordo com a professora Nan, uma ajuda de 6 horas, é considerada um dia, sendo assim, deve ser marcado que a ajuda foi efetuada por 6 horas, e esse comprovante valerá 10 horas de atividades complementares.)

As atividades assistenciais podem ser feitas das seguintes maneiras: doações em igrejas, orfanatos, asilos, comunidade carentes, etc. Essas doações, mediante dos comprovantes e relatório, valem 5 horas.
Pra valer mais do que isso, deverá ser uma ajuda integral, como por exemplo, passar um dia em um orfanato ajudando a cuidar das crianças, em uma igreja ajudando a organização de algum evento, ou o que eles venham a precisar no momento, também vale ajuda em postos de saúde, ou hospitais, mediante a comprovação. Aí sim valerá 10 horas de atividades complementares.

Segue abaixo as atividades e quantas horas valem:

Visitas Técnicas: incluindo patrimônios culturais, patrimônios tombados, cidades históricas, monumentos, museus, museus de arte, memoriais, sítios de reservas naturais etc.
Vale: 10 horas, com comprovante de visita e relatório.

Participação em congressos, seminários e palestras.
Vale: 10 horas, com comprovante de participação e relatório.

Atividades culturais: filmes, teatros, shows, feiras, exposições.
Vale: 05 horas, com apresentação de comprovante e relatório.

Atividades assistenciais: (voluntariado).
Vale: 10 horas/dia completo, com apresentação de relatório e resumo.

Palestras TV WEB UNIP: (Para acessar as palestras da TV WEB, acesse o site www.unip.br, clique no link TVWEB e escolha as palestras.).
Vale: 05 horas, com apresentação de resumo crítico.

Atividades esportivas:
(torneios, jogos, cursos de dança etc).
Vale: 05 horas, com comprovante de participação e resumo.

Artes, Fotografias ou Criações artísticas publicados pelo aluno em jornais ou revistas especializadas.
Vale: 25 horas, com apresentação do artigo e resumo crítico do mesmo.

Participação em cursos extracurriculares: (línguas, extensão, treinamento).
Vale: 20 horas (no máximo) por curso, mediante comprovação de carga horária e resumo.

Participação em Fóruns de discussão.
Vale: 05 horas por participação

Leitura de matérias publicadas: jornais, revistas, livros ou periódicos, referentes ao tema do curso/disciplina.
Vale: 5 horas, com apresentação de resumo crítico e comprovante.

Organização em eventos acadêmicos, culturais ou técnicos.
Vale: 20 horas, com comprovante de participação e resumo.

Participação como ministrante em Congressos, seminários e palestras.
Vale: 30 horas, com comprovante de participação e resumo.

Programa de Iniciação Científica.
Vale: 50 horas com apresentação do projeto

Obs.: Lembrando que cada atividade pode ser repetida 3 vezes.

PADRÃO DO RELATÓRIO
O portfólio de atividade complementar deve ser entregue, formatado e padronizado com encadernação simples, contendo: capa, folha de rosto, ficha de controle, resumos das atividades desenvolvidas no semestre, lembrando que cada atividade deve apresentar um relatório e/ou resumo e por último os comprovantes como: ticket, certificado, impresso etc.

Obs 2.: Os relatórios devem ser escritos a mão.
* Sugerimos que os alunos mantenham uma cópia de todos os documentos das atividades até o final do curso para eventuais consultas.



Capa






Folha de Rosto








Ficha de controle
Deve conter, nome completo, curso, semestre, numero de matricula, n° da atividade, data, descrição da atividade, quantas horas vale, total de horas e parecer.








Folha de Resumo





Espero ter ajudado.
Bjo
Daniela

quinta-feira, 16 de abril de 2009

RELATÓRIO DE CA

Gente, eu mandei por e-mail, em anexo, as páginas do capítulo "O que é comunicação", do livro "O mundo codificado", então é só fazer o download =].

Bjo

quarta-feira, 15 de abril de 2009

HISTÓRIA DA ARTE

Gente, não sei o que está acontecendo com o BLOG hoje. Eu estou tentando postar a matéria de História da Arte, mas não está indo, então... mandei por e-mail pro e-mail da sala, é só ir lá e pegar, e me desculpem por esse incidente.

Bjo
Daniela

terça-feira, 14 de abril de 2009

Matéria de PSI

Gente, como prometido, todo dia eu vou postar a matéria da prova do dia, hoje temos prova de PSI, não esqueçam de estar na sala as 20:00 horas, e não esqueçam, quando o primeiro aluno terminar a prova e sair da sala, ninguém mais entra.

vamos a matéria:


10/02/09
Princípios de sistema da informação

- objetivo
Explorar o papel dos sistemas de informação nas organizações e nas empresas. Fornecer os fundamentos técnicos para compreensão das tecnologias de informação a fim de serem utilizadas para melhorar a tomada de decisões gerenciais e distribuir o conhecimento organizacional.
Expandir conhecimentos a respeito dos sistemas contemporâneos na analise de problemas reais, considerando fatores tecnológicos, organizacionais e de pessoal.

- definição
Sistema de informação é a expressão utilizada para descrever um sistema automatizado ou mesmo manual, que abrange pessoas máquinas e/ou métodos organizados para coletar, processar, transmitir e disseminar dados que representam informação para o usuário.
Um sistema de informação pode ser então definido como todo sistema usado para prover informações (incluindo o seu processamento), qualquer que seja o uso feito dessa informação.
Um sistema de informação possui vários elementos inter-relacionadas que coletam (entrada), manipulam e armazenam (processo), disseminam (saída) os dados e informações e fornecem um mecanismo de Feedback.


17/02/09
Processo de Transformação de Dados em Informação


Dados à processo de transformação à informação
↓ ­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­_______________________________ ↑


*Dados: são fatos em sua forma primária.
*Processo de Transformação: uma série de tarefas logicamente relacionadas, executadas para atingir um resultado definido. A transformação de dados em informação é um Processo.
*Informação: um conjunto de fatos organizados de tal forma que adquirem valor adicional além do valor do fato em si.


Relações e Regras

* Estabelecer relações e regras para organizar os dados.
* Informação útil e valiosa
* O tipo de informação criada depende da relação definida entre dados existentes.
* Adicionar dados novos ou diferentes significa que as relações podem ser redefinidas e novas informações podem ser criadas.



Conhecimento
É o corpo ou as regras, diretrizes e procedimentos usados para selecionar, organizar e manipular os dados para torná-los úteis para uma tarefa especifica.


Informação
Um dado tornado mais útil através da aplicação do conhecimento. A informação é valiosa se for pertinente á situação, fornecida no tempo certo, completa e com custo compatível.

Características dos Sistemas de Informação

Produzir informação realmente necessárias, confiáveis, em tempo hábil e com custo condizente, atendendo aos requisitos operacionais e gerenciais de tomada de decisão.
Ter por base diretrizes capazes de assegurar a redização dos objetivos, de maneira direta, simples e eficiente.
Integrar-se á estrutura da organização e auxiliar na coordenação das diferentes unidades organizacionais (departamento, divisões, diretorias, etc) por ele interligado.
Ter um fluxo de procedimentos (internos e externos ao processamento) racional, integrado, rápido e de menos custo possível.
Contar com dispositivos de controle interno que garantam a confiabilidade das informações de saída e adequada proteção aos dados controlados pelo sistema.
Ser simples, seguro e rápido em sua operação.


03/03/09
Todo e qualquer sistema possui um conjunto de 5 características principais:

-Objeto
-Componentes
-Estrutura
-Comportamento
-Ciclo Vital

O sistema de informação em TI de acordo com o tipo de informação processada:

à Sistemas de Informação Operacional
Transações rotineiras da organização

à Sistemas de Informação Gerencial
Agrupam e sintetizam os dados das operações.

à Sistemas de Informação Estratégicos
Integram e sintetizam dados de fontes internas e externas – simulação e facilidades para a tomada de decisão.

Ex.: Evento Musical

1 – Satisfação * $
* Público
* Banda

2 – Ingresso, localização, hora.

3 – Propaganda/ Transporte/ Equipe/ Equipamento/ Capital

4 – Divisão da Equipe à Organização

5 – Quando começa, a divulgação até quando se realiza o evento.



10/03/09
Sistema da Informação de Gestão

Sistema Informação de Gestão ou Sistema de Informações Gerenciais (SIG) é um sistema de informação, tipicamente baseado em computadores, utilizado no seio de uma organização.
Um sistema de organização é composto por todos os componentes que recolhem, manipulam e disseminam dados ou informação. Incluem-se tipicamente hardware, software, pessoas, sistemas de comunicação como linhas telefônicas, e os dados propriamente dito.
As atividades envolvidas incluem a introdução de dados, processamento de dados em informação armazenamento de ambos, e a produção de resultados, como relatórios de gestão.
No contexto empresarial, os sistemas de informação ajudam os processos de negócios e operações, tomadas de decisão e estratégias competitivas.

Papel do suporte funcional: A função de suporte aos processos e operações de negócios é básica: envolve recolhimento, registro, armazenamento e pré processamento de dados. Os sistemas de informação ajudam o processo e operações, tornando-os mais ágeis, baratos, padronizados e rastreáveis.

Papel de suporte à decisão: A função de suporte à elaboração de decisões de negócios vai um passo mais à frente. É parte integrante na tomada de decisões. Permite aos utilizadores formular questões. Ex.: “E se ...?” “E se reduzirmos o preço...?” “O que fazer...?” “O que fazer se formos confrontados com a greve...?”

Papel do suporte estratégico: Os sistemas de informação podem ajudar no processamento competitivo de uma empresa criando formas (estratégias) de manipulação de sistemas. Uma vantagem é criar maior competitividade.

Papel de monitorização de performance: Os SIGs se resumem à análise de dados e estatísticas: precisam ser utilizados como ferramenta de Administração, e ajudam a:
- estabelecer objetivos relevantes e quantificados.
- monitorizar resultados e performances.
- enviar alertas em alguns casos diariamente, aos gestores de cada nível da organização, em todas as variações entre resultados e objetivos pré-estabelecidos e orçamentos.


31/03/09
O que um administrador deve saber para usar os sistemas de Informação

Um administrador deve saber como usar os Sistemas de Informação estrategicamente para tomar decisões melhores, enfrentando dois tipos de desafios.

1 – Sustentabilidade da vantagem competitiva: através do uso de Sistemas de Informação e tecnologias de rede, tomando decisões corretas de acordo com as informações obtidas.

2 – Ajustar a Tecnologia á organização: usar recursos de TI alinhados com o plano empresarial e os processos de negócio de forma que possa servir a empresa de acordo com os recursos que possui.

Há várias características que precisam ser compreendidas em uma organização para poder projetar, montar e operar um SI por exemplo, as áreas em que atuarão, para aperfeiçoar a eficiência administrativa e enfrentar o mercado de forma competitiva.
Os SI’s e Organizações possuem influências comuns – SI’s devem estar alinhados a empresa para fornecer informações aos grupos internos e proporcionar benefícios a ela de acordo com as novas tecnologias. A TI utilizada na Empresa depende de fatores como estrutura da mesma, procedimentos padrão de operação, processos de negócio, políticas, cultura, ambiente e a própria administração.

Organização é uma estrutura social estável e formal com regras e procedimentos internos rígidos por lei. Elas retiram recursos do ambiente, os processam para produzir resultados e devolvê-los na forma de produtos ou serviços, para isso utiliza capital e trabalho. SI’s promovem benefícios, mas podem alterar aspectos de informalidade. As mudanças tecnológicas obrigam a mudar o comportamento e a estrutura das empresas.
A definição técnica que combina trabalho, TI e capital e é completada pela definição comportamental, que mostra como a tecnologia afeta a vida de um funcionário. Estes dependem de características organizacionais.





Bom gente, está aí.
Espero ter ajudado

Beijo

sábado, 11 de abril de 2009

Trabalho de RVS

Gente, eu vou explicar tudo com calma sobre o trabalho que deve ser entregue na segunda, dia 13/04/2009, das 20:00 as 21:00.

O trabalho deve ter 3 páginas, a primeira, capa, com o nome do Aluno, Curso do Aluno e RA. A segunda folha deve ter uma foto, de escolha do aluno, e a história verdadeira da foto. E finalmente na terceira folha, uma história fictícia da foto, algo que convença qualquer pessoa que esteja vendo a foto e a história pela primeira vez, acredite.

Exemplo: A professora Alexandra mostrou essa foto na sala, e deu também um exemplo, então ela que me desculpe, mas vou usar o exemplo dela.

Página 1:



Página 2



Foto tirada em 1982, em Beirute, no Líbano, onde refugiados Palestinos foram assassinados a sangue frio.


Página 3 (História Fictícia)

Massacre na Favela do Vidigal, onde os traficantes e a milícia estavam lutando pelo controle do morro, acaba tirando a vida de mais de 8 inocentes, fora os próprios traficantes e integrantes da milícia e deixa mais de 20 pessoas feridas... (segue a história)




ESPERO QUE TODOS TENHAM ENTENDIDO O ESPÍRITO DA COISA.

Bjos, até a próxima.